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Pedagogia de Projetos: a metáfora do turista e do viajante

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A Pedagogia de Projetos abriga uma comparação entre o turista e o viajante.

O turista, é aquele que segue um programa, o programa que ele contratou, com os pontos de parada predeterminados. O viajante se aventura. Ele tem um roteiro, mas esse roteiro é aberto. Os caminhos que ele vai seguindo podem levá-lo a outros lugares.

O Arvense é uma escola que se assemelha ao viajante. Para a gente percorrer um caminho que é projetado e não programado, temos outros projetos, que são escolhidos pela escola antecipadamente com base em temas sociais relevantes. Seja no nível individual, seja no nível social.

E temos também os projetos inusitados. Esses a gente não pode planejar, porque são as crianças que vão trazer. Quando a gente fala em Pedagogia de Projetos, temos esses dois tipos de projetos: os da escola e os das crianças.

Os projetos que a escola escolhe refletem uma necessidade atual. Essa é a razão pela qual os projetos vão sendo modificados, atualizados e, às vezes, até substituídos. Porque a escola tem essa demanda de falar do próprio tempo e da própria sociedade, que está sempre em mudança. Para que isso aconteça, o Arvense estabelece determinadas parcerias, como o próprio Uno Internacional, o projeto Música em Família; e o que vem aí, que é o Educa 21. Então, são projetos exógenos. Eles vêm de fora, mas mesmo esses projetos, vêm com flexibilidade para serem trabalhados em nossas salas de aula. Os professores passam por capacitações em que aprendem a adaptar, fazer transposições didáticas e os recortes de que cada grupo necessita.

Os dois tipos de projetos, portanto, se unem. A professora traz um projeto para que as crianças acolham e comecem a trilhar uma jornada pedagógica. E em algum momento, nasce um outro projeto a partir do interesse das crianças. Isso é o que a escola faz o tempo todo, instiga a criança a querer aprender.